Omnia, com touch screen e Windows Mobile, quer bater iPhone

A Samsung lançou nesta segunda-feira (20/10) o celular SGH-i900, chamado de Omnia no mercado brasileiro, para rivalizar com o iPhone 3G, da Apple, e seus principais competidores. O aparelho tem Windows Mobile 6.1, tela sensível a toque, conectividade 3G e Wi-Fi e navegação por GPS.

O Omnia traz, entretanto, algumas opções inexistentes no iPhone: sua câmera é de 5 megapixels, ele faz vídeos (com capacidade de edição no próprio aparelho) e tem rádio FM com RDS (Radio Data System), além de rodar arquivos de vídeo em formatos DivX/XviD/H.263/H.264/WMV e MP4.

A câmera digital tem ainda reconhecimento de faces e um recurso para aumentar o alcance dinâmico da imagem, que reduz efeitos de contraluz.

O telefone novo da Samsung conta ainda com uma interface própria, chamada de TouchWiz, a mesma presente em outros modelos, além da interface do Windows Mobile 6.1.

A tela tem 3,2 polegadas (resolução 240 x 400) e oferece resposta tátil aos comandos, que podem ser inseridos pelos dedos, por um mouse integrado ou por uma caneta stylus.

O aparelho é compatível com arquivos do Office e vem com Google Maps como software de navegação (é possível instalar outros programas compatíveis com Windows Mobile, por sinal. Além do Internet Explorer, o Omnia conta ainda com uma versão do navegador Opera instalada.

O Omnia tem previsão de chegar ao mercado brasileiro nas próximas semanas com o preço sugerido de R$ 1.799, pelas principais operadoras

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Apple App Store atinge 200 milhões de downloads em 102 dias

Durante conferência para divulgar o resultado do quarto trimestre fiscal da Apple, Steve Jobs declarou que a App Store irá atingir 200 milhões de downloads em algum momento desta quarta-feira (22/10), 102 dias desde seu lançamento em 11 de julho.

“Nós nunca vimos nada parecido em nossas carreiras”, disse Steve Jobs, CEO da Apple, durante a conferência.

A App Store está disponível em 62 países, incluindo o Brasil, e tem mais de 5.500 aplicativos disponíveis para compra. Jobs classificou o número de aplicativos submetidos por desenvolvedores como “incrível”.

Enquanto a Apple considera incrível o número de aplicativos vendidos, não foi um caminho fácil para a empresa. Desenvolvedores mostraram-se frustrados por terem seus aplicativos excluídos sem explicações.

Os aplicativos rejeitados podem ser vistos em um site que mostra desde o nome do desenvolvedor até o histórico da aplicação.

As aplicações estão atualmente disponíveis para compra em 19 categorias, incluindo Games, Navegação e Música.

Jim Dalrymple, editor da Macworld, de Londres

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Apple desiste de exigir sigilo a criadores de aplicativos para iPhone

A Apple desistiu de um acordo de sigilo feito com os desenvolvedores de software para o iPhone, que era visto por muitos como um obstáculo para a criação de aplicativos.A mudança anunciada na quarta-feira (1) veio a público uma semana depois da apresentação do primeiro telefone celular que roda o Android, software para portáteis do Google. Essa nova plataforma de código aberto, que será lançada em um telefone chamado G1, permite que os desenvolvedores criem e vendam seus programas sem restrições.

A Apple, em contraste, exigia que os profissionais não divulgassem ou comentassem nem com seus colegas informações relacionadas ao kit de desenvolvimento de software para o iPhone. Recentemente, a companhia também proibiu os programadores que tiveram seus aplicativos rejeitados de divulgar os motivos pelos quais não foram aceitos. Essa iniciativa gerou uma nova onda de críticas sobre o processo de aprovação da Apple, visto por muitos como sigiloso e motivado por caprichos.

A companhia de Steve Jobs defendia, no entanto, que seu acordo de sigilo tinha o objetivo de proteger as inovações da Apple “para que outros não roubassem suas idéias, como já aconteceu”. No entanto, os programadores reclamavam que isso proibia a troca de dicas ou soluções para problemas enfrentados por toda a comunidade. Segundo os desenvolvedores, a troca de experiência ajuda a criar programas de maneira mais rápida e com menos falhas.

Em resposta às críticas, a Apple reconheceu que esse acordo não era bem visto por desenvolvedores e afirmou que não vai mais pedir sigilo em relação aos softwares do iPhone já disponibilizados. No entanto, os programadores que trabalham com novas versões do sistema operacional do telefone multimídia da Apple continuarão proibidos de divulgar o conteúdo

Apple incentiva criação universitária para iPhone

A Apple anunciou seu programa iPhone Developer University, que proverá ferramentas de desenvolvimento, teste e depuração de código para universidades interessadas em treinar alunos para a criação de aplicativos para o celular.

O iPhone Developer University abrirá mais as portas da programação de aplicativos não apenas para o portátil iPhone como também para o tocador iPod Touch; as universidades participantes contarão também com um canal para envio de aplicações para distribuição via App Store, noticiou o site MacRumours.

O programa, disponível apenas para instituições de ensino superior nos Estados Unidos, permitirá oficialmente a abordagem do kit de desenvolvimento para o iPhone e já teve a participação da Universidade de Stanford, na Califórnia, confirmada.

Seu primeiro curso se chamará iPhone Application Programming e já possui mais de 80 estudantes registrados: a faculdade anunciou estar trabalhando em um projeto que disponibilizará várias de suas aplicações web para estudantes também no iPhone.

O programa da Apple é gratuito, mas as instituições interessadas passam por uma triagem mediante o preenchimento de uma ficha de interesse. Segundo o site do projeto, acessível pelo endereço tinyurl.com/4r5fxu, o programa apóia a criação de times de desenvolvimento de até 200 estudantes.

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Vivo anuncia iPhone a R$ 899, e traz 200 mil aparelhos para o Brasil

A acirrada disputa entre as duas primeiras colocadas no mercado brasileiro de celulares pôde ser percebida nas estratégias de lançamento do iPhone, que começa a ser vendido no país na sexta-feira.

Depois de a Claro anunciar que teve acesso a um lote inicial de 30 mil aparelhos e prever, inclusive, a escassez do modelo diante da forte demanda, a Vivo anunciou nesta quinta-feira preços menores que a concorrente e um lote mais de seis vezes maior.

No caso da Claro, os preços variam entre R$ 1 mil e R$ 2,6 mil, mas o preço mais baixo é obtido graças a descontos mensais na franquia. A Vivo, por sua vez, anunciou preço básico de R$ 899 para o modelo de 8 GB e de R$ 2.199 para a versão de 16 GB.

A Vivo é a maior operadora do Brasil em número de clientes, enquanto a Claro assumiu a segunda posição no mês de agosto, posto que havia perdido para a TIM há quatro anos.

O presidente da Vivo, Roberto Lima, explicou, entretanto, que, a partir desse preço básico, a companhia fornece descontos de acordo com o perfil do cliente, o tempo em que ele está na base da operadora e o plano de minutos que ele tem.

Ele ressaltou, em entrevista à Reuters, que “o foco é nos clientes da base” neste primeiro momento. Dos 42 milhões de assinantes, a Vivo acredita que algo como 1 milhão possam ter interesse no iPhone.

A Vivo encaminhou uma mala direta em agosto para os clientes em que percebia potencial interesse pelo aparelho. Para aqueles que se interessaram ao saber das condições, a companhia agendou a entrega no local e data estipulados pelo assinante.

De acordo com Lima, a partir de outubro o iPhone chega também às revendas especializadas. A prioridade continuará a ser o atual assinante Vivo, mas outros clientes poderão ser atendidos, conforme a disponibilidade.

Lote maior
A Vivo informou já ter 200 mil iPhones comprados, segundo Lima, enquanto a Claro disse ter recebido 30 mil modelos em um primeiro lote.

“Acredito que vamos conseguir atender a demanda”, afirmou Roberto Lima. A rival, no entanto, previu que faltará produto aos interessados, já que a Claro adotou a estratégia de vender tanto para clientes como para os demais interessados.

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Fonte: G1

Apple oferece aplicativos de iPhone para o Brasil

Lançada oficialmente nesta quinta-feira (10), um dia antes da estréia do iPhone 3G, o site App Store oferece mais de 500 aplicativos para usuários do telefone celular iPhone e também do tocador digital iPod touch. O serviço está disponível em 62 países, mas para os brasileiros a oferta é bem mais limitada que nos EUA – ela deixa de fora, por exemplo, a esperada seção de games.Para acessar a App Store, os usuários precisam ter em seus computadores a última versão do software iTunes (clique aqui para baixar). Os aplicativos podem ser gratuitos ou custar até US$ 9,99 (em seus testes, o G1 baixou um conversor de moedas por US$ 0,99). Para fazer aquisições, é necessário criar uma conta no iTunes, informar o país de origem e fornecer informações de cartão de crédito.

Ainda que mais restritos, os aplicativos oferecidos no Brasil permitem que os portáteis da Apple acessem…

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Japão está entre os primeiros países a iniciarem as vendas do iPhone 3G

Os japoneses estão entre os primeiros consumidores do mundo a comprarem o iPhone 3G na sexta-feira (11/07). A empresa de telecomunicações Softbank abrirá suas lojas às 7 da manhã – horário local.O iPhone é esperado com grandes expectativas no Japão porque a chegada da versão 3G do aparelho marca a primeira vez que os usuários japoneses podem comprar um iPhone.

A versão anterior funcionava em redes GSM (Global System for Mobile Communications), nunca usadas no Japão – ou seja, o iPhone não funcionava no país.

Na próxima sexta-feira (11/07), o iPhone 3G …

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