Salários: especialista em Web 2.0 é valorizado em 2009, diz pesquisa

A atual crise financeira mundial não deve interferir nas vagas e no salário dos profissionais de Tecnologia da Informação no próximo ano, afirma Robert Andrade, analista da empresa de recrutamento especializado Robert Half, que divulgou recentemente sua primeira pesquisa salarial de profissionais de TI realizada no Brasil.Com base em entrevistas com centenas de profissionais do setor, em diversos Estados brasileiros, Andrade aponta como grande tendência de valorização os cargos de desenvolvimento e programação em web 2.0. “Assim como houve grande demanda nos Estados Unidos, a Web 2.0 vai se popularizar muito no Brasil também. A tendência é que o salário desses profissionais aumente junto à procura”, apontou.

Confira abaixo alguns dos salários destacados da pesquisa da Robert Half. Os números são uma média do que ganham os profissionais que atuam de três a cinco anos no mesmo cargo, em regime CLT, e podem variar conforme a região. São consideradas pequenas e médias empresas aquelas que faturam até 500 milhões de reais anuais.

O especialista em recrutamento destaca também os profissionais especializados em sistemas integrados (SAP), cujo salário continua aumentando mesmo após mais de dez anos de existência da ferramenta.

Apesar de afirmar que um profissional de tecnologia norte-americano ganha mais do que um brasileiro, Andrade lembra que o profissional atualizado e, principalmente, com inglês fluente, consegue ‘alavancar’ seu salário. “Os melhores profissionais conseguem atingir e ultrapassar a média. O mercado de TI ainda está aquecido e a previsão de crescimento ainda continua positiva”.

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Quem disse que dindin não traz felicidade?

Dinheiro traz felicidade. Ao menos é isso o que mostra pesquisa realizada pela Fearp (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto), da USP (Universidade de São Paulo), detalhando, ainda, que os brasileiros estão mais preocupados em ter efetivamente uma renda do que ganhar mais do que aqueles com nível social semelhante.

As informações foram obtidas na dissertação de mestrado “Economia e felicidade: um estudo empírico dos determinantes da felicidade no Brasil”, de Sabrina Vieira Lima. Os dados analisados foram coletados dos levantamentos do instituto norte-americano World Values Survey 1991 e 1997, realizados com 2.931 brasileiros de todas as regiões do País.
Influências
“Essa relação tende a ter um peso maior para as pessoas que estão próximas da linha de pobreza ou de situações de não atendimento adequado de suas necessidades básicas de sobrevivência”, explicou Sabrina em seu estudo.
Segundo informações publicadas pela USP Online, a economista selecionou variáveis sócio-econômicas e demográficas para determinar o que mais influenciava a felicidade do brasileiro: renda absoluta (ter renda); renda comparativa, ou seja, ganhar mais ou menos do que as pessoas em condições semelhantes às suas; o desemprego; a probabilidade de a pessoa desempregada conseguir emprego; a probabilidade de a pessoa empregada perder o emprego; escolaridade; gênero; estado civil; idade; religião e região do País em que se vive.
Emprego
Além de maior renda, disseram-se mais felizes os homensd que estão empregados e casados.
Assim como se preocupa em ter dinheiro, os brasileiros também consideram como determinante da felicidade ter ou não um emprego, sem se importar tanto com a probabilidade de conseguir uma vaga ou ficar desempregado.
Fonte: www.msn.com.br