Apple App Store atinge 200 milhões de downloads em 102 dias

Durante conferência para divulgar o resultado do quarto trimestre fiscal da Apple, Steve Jobs declarou que a App Store irá atingir 200 milhões de downloads em algum momento desta quarta-feira (22/10), 102 dias desde seu lançamento em 11 de julho.

“Nós nunca vimos nada parecido em nossas carreiras”, disse Steve Jobs, CEO da Apple, durante a conferência.

A App Store está disponível em 62 países, incluindo o Brasil, e tem mais de 5.500 aplicativos disponíveis para compra. Jobs classificou o número de aplicativos submetidos por desenvolvedores como “incrível”.

Enquanto a Apple considera incrível o número de aplicativos vendidos, não foi um caminho fácil para a empresa. Desenvolvedores mostraram-se frustrados por terem seus aplicativos excluídos sem explicações.

Os aplicativos rejeitados podem ser vistos em um site que mostra desde o nome do desenvolvedor até o histórico da aplicação.

As aplicações estão atualmente disponíveis para compra em 19 categorias, incluindo Games, Navegação e Música.

Jim Dalrymple, editor da Macworld, de Londres

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Apple desiste de exigir sigilo a criadores de aplicativos para iPhone

A Apple desistiu de um acordo de sigilo feito com os desenvolvedores de software para o iPhone, que era visto por muitos como um obstáculo para a criação de aplicativos.A mudança anunciada na quarta-feira (1) veio a público uma semana depois da apresentação do primeiro telefone celular que roda o Android, software para portáteis do Google. Essa nova plataforma de código aberto, que será lançada em um telefone chamado G1, permite que os desenvolvedores criem e vendam seus programas sem restrições.

A Apple, em contraste, exigia que os profissionais não divulgassem ou comentassem nem com seus colegas informações relacionadas ao kit de desenvolvimento de software para o iPhone. Recentemente, a companhia também proibiu os programadores que tiveram seus aplicativos rejeitados de divulgar os motivos pelos quais não foram aceitos. Essa iniciativa gerou uma nova onda de críticas sobre o processo de aprovação da Apple, visto por muitos como sigiloso e motivado por caprichos.

A companhia de Steve Jobs defendia, no entanto, que seu acordo de sigilo tinha o objetivo de proteger as inovações da Apple “para que outros não roubassem suas idéias, como já aconteceu”. No entanto, os programadores reclamavam que isso proibia a troca de dicas ou soluções para problemas enfrentados por toda a comunidade. Segundo os desenvolvedores, a troca de experiência ajuda a criar programas de maneira mais rápida e com menos falhas.

Em resposta às críticas, a Apple reconheceu que esse acordo não era bem visto por desenvolvedores e afirmou que não vai mais pedir sigilo em relação aos softwares do iPhone já disponibilizados. No entanto, os programadores que trabalham com novas versões do sistema operacional do telefone multimídia da Apple continuarão proibidos de divulgar o conteúdo

Apple incentiva criação universitária para iPhone

A Apple anunciou seu programa iPhone Developer University, que proverá ferramentas de desenvolvimento, teste e depuração de código para universidades interessadas em treinar alunos para a criação de aplicativos para o celular.

O iPhone Developer University abrirá mais as portas da programação de aplicativos não apenas para o portátil iPhone como também para o tocador iPod Touch; as universidades participantes contarão também com um canal para envio de aplicações para distribuição via App Store, noticiou o site MacRumours.

O programa, disponível apenas para instituições de ensino superior nos Estados Unidos, permitirá oficialmente a abordagem do kit de desenvolvimento para o iPhone e já teve a participação da Universidade de Stanford, na Califórnia, confirmada.

Seu primeiro curso se chamará iPhone Application Programming e já possui mais de 80 estudantes registrados: a faculdade anunciou estar trabalhando em um projeto que disponibilizará várias de suas aplicações web para estudantes também no iPhone.

O programa da Apple é gratuito, mas as instituições interessadas passam por uma triagem mediante o preenchimento de uma ficha de interesse. Segundo o site do projeto, acessível pelo endereço tinyurl.com/4r5fxu, o programa apóia a criação de times de desenvolvimento de até 200 estudantes.

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Apple oferece aplicativos de iPhone para o Brasil

Lançada oficialmente nesta quinta-feira (10), um dia antes da estréia do iPhone 3G, o site App Store oferece mais de 500 aplicativos para usuários do telefone celular iPhone e também do tocador digital iPod touch. O serviço está disponível em 62 países, mas para os brasileiros a oferta é bem mais limitada que nos EUA – ela deixa de fora, por exemplo, a esperada seção de games.Para acessar a App Store, os usuários precisam ter em seus computadores a última versão do software iTunes (clique aqui para baixar). Os aplicativos podem ser gratuitos ou custar até US$ 9,99 (em seus testes, o G1 baixou um conversor de moedas por US$ 0,99). Para fazer aquisições, é necessário criar uma conta no iTunes, informar o país de origem e fornecer informações de cartão de crédito.

Ainda que mais restritos, os aplicativos oferecidos no Brasil permitem que os portáteis da Apple acessem…

Veja o post completo no novo endereço em: www.lapate.com.br

 

Apple é empresa mais inovadora

A Apple é a empresa mais inovadora do mundo, de acordo com a revista Business Week. O Google está em segundo lugar.

A revista publicou uma lista com as 25 empresas mais inovadoras e, no pódium, ficaram Apple, Google e Toyota.

A lista é baseada em empresas que desenvolvem um tipo de cultura corporativa que dá mais valor a pessoas criativas do que a questões puramente econômicas; também ficaram bem colocadas as empresas que mantêm sua independência ao formular estratégias corporativas e que alimentam e promovem a diversificação nos seus negócios.

Inovação é a chave do sucesso. O Chief Executive Officer (CEO) da Apple, Steve Jobs, recentemente repetiu que a estratégia de sua empresa será inovar durante a recessão – dos Estados Unidos.

O CEO do Google, e membro do conselho da Apple, Eric Schmidt, disse o mesmo à Business Week: “Empresas fortes entendem isso, e em períodos de recessão, elas investem. E são muito criticadas por isso. ‘Como podem fazer isso? Vocês são arrogantes’.”