São Paulo – Os dois itens tiveram as duas maiores queda de preço entre os eletrônicos, segundo o Índice de Preços ao Consumidor, da Fipe.
Telefones celulares e microcomputadores sofreram as maiores quedas de preços entre os equipamentos eletroeletrônicos (informática, telefonia, imagem e som) em 2007, revela o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
Com variação de -26,86% no período de janeiro a dezembro do ano passado, os celulares superaram o IPC médio da categoria “Equipamentos de Informática e Telefonia”, que ficou em -18,99% entre quatro itens avaliados. Os preços de desktops ficaram em segundo lugar no segmento, com variação de preços em -14,23% no ano.
A queda nos preços de desktops e notebooks se reflete no total de 10,1 milhões de unidades vendidas em 2007, um crescimento anual de 23% segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e da IT Data.


A categoria inclui impressoras e multifuncionais, que apresentaram variação de -12,07 de janeiro a dezembro, e aparelhos de telefonia fixa, que tiveram uma oscilação de -9,99% nos preços.No geral, o IPC divulgado na última sexta-feira (04/01) cresceu 4,6% em 2007, tendo como principal influência o item Alimentação, cujos preços aumentaram 10,65%.O segmento de “Aparelhos de Imagem e Som”, que inclui televisores, tocadores de DVD e câmeras também registrou uma variação de preços negativa (-10,26%) em 2007.
Máquinas fotográficas registraram a maior queda desta categoria, com uma variação de -16,02 no ano passado. Já as filmadoras apresentaram oscilação de -14,01% e TVs tiveram queda de 12,08% nos preços em 2007.
A categoria de DVD players, que ainda inclui videocassetes, apresentou uma variação de preços de -8,57% segundo a Fipe, no ano passado.

Fonte:
IDGnow

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Uma resposta

  1. É isso aí! Aos poucos a economia brasileira vai finalmente ganhando ares de país industrializado, onde os produtos têm seus preços reduzidos na medida em que o avanço tecnológico diminui consideravelmente os custos de fabricação.

    Veja que nem a elevadíssima carga tributária brasileira consegue evitar a queda dos preços. Vale dizer, também, que a maior estabilidade da moeda nacional contribuiu muito para isso.

    Um abraço!

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